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ACABOU A ERA DO EMPREGO. ADEUS CRACHÁ!

  “ Acabou a era do emprego. Começa a era do trabalho.”
Vaclav Havel

 

Neste novo mundo globalizado, precisamos pensar diferente para a ideia tradicional de emprego. Essa ideia de procurar emprego para ter remuneração e sucesso profissional foi alimentada pelas pessoas que não encontraram outras perspectivas profissionais.

O fato é que os tempos atuais são mais exigentes, mas oferecem muito mais oportunidades.

O Professor Mário Sergio Cortella escreve que o “emprego é fonte de renda, e o trabalho é fonte de vida.” Meu trabalho é a minha obra. Eu gosto dessa ideia. Tanto que não há estresse no meu trabalho, só cansaço, que resulta do esforço intenso do dia-a-dia, enquanto que o estresse é resultado de um esforço para o qual você não vê sentido. E o cansaço se cura descansando. Estresse só se cura se houver mudança de rota. ”E diz ainda que toda atividade requer esforço, mesmo trabalhos apaixonantes“.

A questão é se esse suor produz significado ou se apenas resulta em realizações vazias. Essa é a diferença fundamental entre "cansaço e estresse’”. E mais: Cansaço é o resultado de um esforço intenso; estresse é o que experimentamos após esforços sucessivos sem sentido. Por isso ele afirma que emprego é fonte de renda, ao passo que trabalho é fonte de vida. E conclui: Que ótimo quando coincidem!

O sociólogo italiano Domenico de Masi,  autor do livro “O Ócio Criativo”,  diz que: O futuro pertence a quem souber libertar-se da ideia tradicional do trabalho como obrigação e for capaz de apostar numa mistura de atividades onde o trabalho se confundirá com o tempo livre e o estudo, exercitando o ócio criativo.

Domenico de Masi diz ainda algo muito interessante, ao falar sobre a relação do trabalho e a felicidade, destacando que a felicidade começa no trabalho, mas não como felicidade, como dever, que é uma coisa diferente da felicidade. O trabalho é um dever, não é felicidade. A felicidade é o fruto do trabalho. O dever trabalhar significa a decisão de você buscar a felicidade, se esforçar por isso, para colher o fruto do trabalho e ser feliz com o que produziu e alcançou, porque não se ganha somente dinheiro e bens com o trabalho, mas também novos relacionamentos, amigos e outros. E mais satisfação ainda o trabalho propicia, quando se é feito com excelência.

Não é fácil, realmente, chegar lá, porque exige um aperfeiçoamento constante, experiência, acúmulo de conhecimento, inclusive prático.. Mas é muito gratificante quando as pessoas percebem que o seu trabalho é excelente (isto é, chegou a esse nível) e passam então a admirar quem é capaz de boas realizações. As pessoas esperam isso, bons produtos, um trabalho bem feito, pessoas dedicadas que oferecem o melhor de si para produzirem algo de bom. Não se trata simplesmente de trabalhar por ter que fazer isso ou aquilo por mera obrigação. Mas encontrar no trabalho o entusiasmo que permita alcançar a felicidade de si próprio e dos demais.

Explica ainda Domenico Di Masi que “a perspectiva industrial é que a felicidade era resultado do trabalho, mas diferente dele. Já na sociedade pós-industrial, este tipo de ideia está fadada a mudar”, trazendo com isso a perspectiva conjunta de trabalho e felicidade. E acrescenta que as grandes ideias não são produzidas nas grandes empresas, mas especialmente fora delas, e cita o Facebook como exemplo, que surge dentro da Universidade, e não dentro de uma empresa.

Você já parou para pensar que existem outros caminhos para alcançar o sucesso profissional?

vendas-diretas

E que se tornar empregado é uma opção, mas não a única existente? E que existe a possibilidade de ser um empreendedor e seguir o próprio caminho? Mesmo arriscado e incerto, e até com algumas frustrações, mas certamente é bem mais estimulante e prazeroso.

O desejo de ter um negócio próprio e ser o chefe da sua empresa é o que mais motiva os brasileiros a serem empreendedores, no entanto, essa alternativa ao desemprego é a razão menos favorável. Pesquisas recentes mostram que no Brasil, 85% tem visão positiva ao empreendedorismo, pois  mais de 50% da população diz imaginar abrindo seu próprio negócio.

Muitas pessoas querem empreender mas o principal medo continua sendo os entraves financeiros, que podem levar à falência e perda do patrimônio obtido. Para muita gente, o temor da falha é o grande obstáculo para o empreendedorismo.

Uma saída para ser empreendedor com investimento de pouco recurso financeiro é o setor de Vendas Diretas.

Hoje no Brasil, temos mais de 4.5 milhões de pessoas que empreendem em Vendas Diretas. Os especialistas afirmam que este é um negócio à prova de recessão, e de acordo com a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas, analistas preveem que a nova geração de empreendedores entrando no mercado deve fazer com que o crescimento dessa indústria seja ainda maior nos próximos anos, afirmando que esse é o modelo de negócio do século 21.

O segmento de Vendas Diretas vem ganhando cada vez mais espaço. Nesse mercado, o Brasil está em 5o lugar no ranking, ficando apenas atrás dos EUA, China, Japão e Coréia. E se pode vender de tudo através desse canal: Cosméticos, Artigos de Moda, Produtos de Nutrição, Livros, Produtos de Limpeza, Linha Pet, Pacotes de Viagens, Cursos On-line.

Pense nisso com uma opção de empreendedorismo!!!!!!

Sobre o Autor:


Marcio Giacobelli

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